
Dados do Ministério da Saúde e de órgãos de vigilância sanitária indicam que a maior parte das intoxicações alimentares no Brasil ocorre em residências, e não em decorrência do consumo de alimentos fora de casa, como se costuma imaginar popularmente.
Com base nessa constatação, pesquisadores vinculados ao Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, realizaram um estudo para avaliar as práticas de higiene e manipulação que aumentam o risco de surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs) nos lares do país.
Os resultados, publicados na revista Food and Humanity, indicaram que um número expressivo de brasileiros mantém hábitos perigosos, como o consumo de ovos crus ou malcozidos e carne malpassada. Além disso, a pesquisa detectou que muitos consumidores ainda lavam carne na pia da cozinha – prática que favorece a disseminação de microrganismos pelo ambiente – ou não realizam a higienização correta de vegetais.
No vídeo abaixo, produzido pela Agência Fapesp, as pesquisadoras Daniele Maffei e Jéssica Finger, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e coautoras do estudo, explicam como identificar e prevenir os riscos mais comuns de contaminação alimentar no dia a dia:

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