
A vacinação é a forma mais segura e eficaz de prevenir o sarampo. É fundamental que pais e responsáveis verifiquem a caderneta de vacinação das crianças e que adolescentes e adultos procurem uma unidade de saúde para atualizar o esquema vacinal sempre que necessário.
A Pasta reforça que a dose zero é uma medida adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Após recebê-la, a criança deve seguir normalmente o esquema vacinal de rotina, com a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.
Além dos bebês contemplados pela recomendação, crianças, adolescentes e adultos que não tenham recebido as doses indicadas devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta. Neste ano, a cobertura vacinal para a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é de 77,5% e a segunda dose é de 65,5%. A meta de cobertura vacinal para a doença, nas duas doses é de 95%.
Dose zero
Devem receber a dose zero da vacina tríplice viral crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
A dose também poderá ser indicada em ações de bloqueio vacinal, conforme avaliação epidemiológica, para crianças dessa faixa etária que tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo.
Crianças
12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).
15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).
Pessoas de 5 a 29 anos
Devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
Pessoas de 30 a 59 anos
Devem comprovar uma dose da vacina tríplice viral.
Trabalhadores da saúde
Devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, independentemente da idade.
O Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas , que reúne respostas às principais perguntas da população sobre vacinação, eficácia dos imunizantes, eventos adversos, doenças imunopreveníveis e os riscos da não vacinação.
O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) confirmou mais um caso de sarampo no estado, registrado na capital paulista, totalizando 14 ocorrências da doença em 2026. O novo caso é de uma criança do sexo masculino, com menos de um ano de idade, sem histórico de vacinação contra o sarampo. Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos, reforçando a importância de manter a vacinação em dia em todas as faixas etárias.
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