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Polícia MENOS RESPOSTAS

Polícia de Votuporanga tem mais perguntas que respostas sobre a execução da família Marinho

Investigadores e delegados de Votuporanga colecionam mais perguntas que respostas sobre a execução de três pessoas da mesma família. O crime teria sido praticado na quinta, 28 de dezembro de 2023;testemunha considerada fundamental para esclarecer o caso, foi ouvida em Olímpia

03/01/2024 às 14h10 Atualizada em 03/01/2024 às 14h20
Por: Redação Barretos Fonte: Jair Viana
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Cerca de 48 horas após o encontro dos cadáveres da família Marinho, a polícia de Votuporanga tem no
Cerca de 48 horas após o encontro dos cadáveres da família Marinho, a polícia de Votuporanga tem no "raschunho" de uma investigação mais perguntas que respostas/Foto:Reprodução Votunews/Emerson Bortolaia

A Polícia já sabe que a jovem de 15 anos, Isabelly, morta, na quinta-feira, 28 de dezembro do ano passado, junto com os pais, Anderson Marinho, 35 e Mirele Tofolete, 32, tentou fazer uma chamada para o 190 da Polícia Militar enquanto ela seus pais estavam sob o domínio dos assassinos. Por outro lado, a Polícia Científica não conseguiu coletar nenhuma digital, ainda que parcial, no veículo que a família ocupava.

 

Sobre a tentativa de contato de Isabelly com a Polícia Militar, o que se sabe é que a ligação não foi completada. O delegado de Olímpia, Marcelo Pupo já ouviu uma testemunha considerada importante para esclarecer o crime.

 

Os corpos de Mirele Tofalete, o marido, Anderson Marinho e a filha Isabelly, estavam em um canavial e apresentavam adiantado estado de decomposição. A suspeita é que os três membros da família tenham sido mortos ainda na quinta-feira. Os cadáveres foram encontrados nesta segunda,1. Os corpos foram sepultados sem velório.

 

Os telefones da família não foram encontrados no veículo ou bolso e bolsas. O delegado Everson Contarelli acredita que o sumiço dos celulares teria sido proposital, uma vez que com os telefones a polícia teria mais facilidade para identificar chamadas e mensagens.

 

MAIS PERGUNTAS

 

O sequestro e execução da família Marinho apresentam mais perguntas que respostas. A Polícia ainda não conseguiu, por exemplo, saber como a família foi parar em Votuporanga. Outra dúvida que reina é se os três foram interceptados na rodovia entre Olímpia e Rio Preto, na Washington Luiz, entre Rio Preto e Mirassol ou na rodovia Euclides da Cunha, entre Mirassol e Votuporanga.

Outro detalhe que ainda não foi esclarecido: os assassinos teriam marcado o encontro com Anderson Marinho no local onde o crime foi praticado? Qual seria o motivo do desentendimento que acabou em três mortes violentas? Marinho estaria armado e teria tentado se defender, sendo executado na frente da esposa e filha? Os autores ou autor do crime moram em Votuporanga ou Rio Preto?

 

TESTEMUNHA

O delegado Marcelo Pupo, de Olímpia tomou o depoimento de uma testemunha considerada “chave” para o esclarecimento da execução da família. A testemunha prestou informações logo pela manhã desta quarta-feira,3. Pupo não deu detalhes sobre as declarações da pessoa ouvida.

 

 

 

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